sábado, 9 de dezembro de 2017

E.T. O Extraterrestre 1982

Com Henry Thomas, C.Thomas Howell, Dee Wallace Stone, Drew Barrymore e Peter Coyote.
Fenômeno cinematográfico, esse filme causou frisson da época de sua exibição. Catalisou a emoção de famílias inteiras, no mundo inteiro. Quando o vi tinha uns oito anos de idade. E foi algo incrível, não lembro de nada parecido desde então. Fomos a parentada toda ao cinema, a sala lotada, pipoca para todo quanto é lado. O filme começa sombrio, com lanternas fugazes no mato, perseguindo não sei o que. Fica cada vez mais humano e engraçado, com crianças se relacionando com aquela criatura um tanto feia, de olhos grandes e dócil.
O clímax da choramingação desembestada é quando o alienígena resolve telefonar para casa. Quando todos pensam que o pobre coitado morreu, o bendito do vaso com flor murcha começa a florescer novamente. E o ápice da empolgação é a cena em que as bicicletas voam. Os pneus deixam de tocar o chão, entra a infalível trilha sonora de John Williams e a platéia inteira se descontrola num extraordinário, e até hoje inesquecível coro de aplausos.
Steven Spielberg mereceu o título de mago com essa cena especifica e ao causou naquela sala lotada do Cine Comodoro. Posteriormente fez outros clássicos como a Lista de Schindler e o Resgate do Soldado Ryan, mas seu Império do Sol , estrelado pelo batman Christian Bale ainda criança, não acho tão emocionante.


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