Produção França / Suiça / Polônia. Dirigido por Krysztof Kieslowski, com Irene Jacob, Jean Louis Trintgnant e outros.
" O melhor Kieslowski que já vi. Notei que ele era bom assistindo a alguns episódios do Decálogo. A desenvoltura e a maneira criativa e correta de movimentar a câmera. Assisti a Dupla Vida de Veronique, mas achei chato. Já a Fraternidade tem um roteiro intrigante, enigmático, e embora se perca às vezes em diálogos filosofantes, consegue fazer com que o clima de vida incontrolável permaneça nas cabeças e corações. Não é filminho pra se ver descompromissadamente, de maneira alguma é superficial.
Assim como não é superficial a beleza de Irene Jacob. Quando o filme acaba, o que fica é a imagem hipnótica de Irene de perfil, cabelos molhados, olhar triste e o fundo vermelho".

